
Nível Básico
Baptismo – 2h – 30€ (4 Pax) 35€ (2 Pax) 40€ (1 Pax)
Introdução ás técnicas básicas de windsurf
Curso Básico 2 Dias – 6h – 120€
Aprenda a fazer windsurf em 6h
Curso Básico 4 Dias – 10h – 200€
Aprenda a fazer windsurf em 10h
Curso Básico Completo – 10h+6h – 250€
Todas as técnicas básicas do windsurf em 16h
Aula Individual – 2h – 45€
Um instrutor só para si
Nível Avançado
Aula intensiva de Harnês – 2h – 45€
Aprenda a usar o harnês, colocação dos cabos, primeiros bordos enganchado
Aula intensiva de waterstart – 2h – 45€
Teoria e prática do waterstart, desde a simulação em terra, até ao primeiro waterstart na água
Aula intensiva de Jibe – 2h – 45€
Teoria e pratica do Jibe, desde a simulação em terra, até aos primeiros power jibes
Clinica Freestyle – 2h – 45€
Aprender as tecnicas basicas do freestyle windsurf, começando pelo helicopter tack, nose sink tack e hot doggin’
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Fotos de Aulas
Acerca do Windsurf
O que é?
História
Em 1973, Jim Drake cedeu a sua parte da patente a Hoyle Schweitzer que, ao longo dos próximos anos debateu-se para assegurar a patente internacional da sua “invenção” devido ao aparecimento de outras pessoas que declaravam também elas terem sido os autores do windsurf – nomeadamente o inglês Peter Chilvers e o australiano Richard Eastaugh. No seio de toda a incerteza e disputa de direitos de autor, o sucesso do windsurf era tal que, escassos anos depois, em 1984, foi reconhecido como desporto olímpico. Após várias candidaturas, a patente de Hoyle Schweitzer expira em 1987 e pouco tempo depois a “Windsurfing International” fecha portas. Coincidência ou não, a popularidade do windsurf nunca teve níveis tão baixos como aqueles registados em meados da década de 90, numa altura em que o equipamento tornara-se tão especializado que não era qualquer pessoa que pudesse praticar a actividade. Hoje, esta modalidade está a voltar a aguçar a curiosidade dos aficionados por desportos de água, muito graças ao seu equipamento cada vez mais leve, fácil de manobrar e amigo dos principiantes.
Condições Climatéricas
Equipamento necessário
- Alças para os pés: fixos à popa da prancha, é lá que se encaixam os pés quando a prancha está a planar a alta velocidade.
- Arnês: vestido pelo praticante permite que utilize mais o peso corporal para velejar, poupando assim os braços.
- Extensor: permite que a vela se mantenha esticada quando o mastro não tem o comprimento necessário para o fazer.
- Fato de mergulho: embora seja impossível não se molhar no windsurf, um fato de mergulho protege contra a temperatura da água e do sol, bem como da intensidade do vento. Aconselha-se ainda o uso de capacete e calçado adequado.
- Mastro: suporta e dá forma à vela.
- Patilhão: localizado a meio da prancha (principalmente nas de aprendizagem) contribui para um aumento de estabilidade, o que facilita a aprendizagem, principalmente em manobras contra o vento.
- Pé de mastro: peça móvel que liga o mastro à prancha, permitindo que esta rode em todas as direcções.
- Prancha: um dos elementos principais do windsurf, existe em vários tamanhos e tipos, sendo normalmente classificadas de acordo com o seu volume (em litros), largura e tipo de modalidade a que se destina (ondas, regatas…).
- Quilha: afixada na parte inferior da popa da prancha, é o que controla a prancha, permitindo que ela se desloque na direcção que pretendemos.
- Retranca: o elo de ligação entre a vela e o praticante, permite que este segure e direccione a vela.
- Trapézio ou cabos de arnês: são necessários para utilizar o arnês e estão afixados à retranca.
- Vela: outro elemento crucial, é o que permite aproveitar a força do vento para movimentar a própria prancha. Dependendo da prática a que se destina (ondas, regatas…), a vela pode ter diversas dimensões.
5 Princípios e algumas Manobras
- Aero Jibe: projecta-se a prancha para cima e, aproveitando a força do vento, vira-se para o lado oposto.
- Batida: volta-se à base da onda através da sua crista, um movimento que favorece a execução de novas manobras.
- Batida 360: projecta-se a prancha no ar, onde se dá uma volta de 360º antes de voltar à posição inicial.
- Bordo: efectua-se uma curva contra o vento.
- Front Looping ou Back Looping: direcciona-se para a parede da onda com velocidade, projecta-se a prancha no ar, onde se dá uma volta de 360º para a frente (front looping) ou para trás (back looping).
- Jibe: efectua-se uma curva a favor do vento.
- Jump Jibe: posicionado quase perpendicular ao vento, dá-se um pequeno salto (aproveitando uma onda, por exemplo) e, girando a prancha aproximadamente 180º, aproveita-se o vento para terminar quase no sentido oposto do ponto de partida.
- Laydown Jibe: efectua-se uma curva de 180º com a vela paralela à água, de forma a anular a força do vento.
Categorias competitivas de Windsurf
- Formula: a mais técnica de todas as categorias, com recurso a pranchas e velas maiores, exige uma performance elevada com ventos fracos a moderados.
- Freestyle: tal como o nome indica, é uma prova livre onde os atletas têm de surpreender e impressionar com as suas melhores acrobacias. A dificuldade, criatividade e o número de manobras conseguidas ajudam a determinar o vencedor.
- Slalom: consiste numa corrida de alta velocidade, feita numa “pista em Z” cujos obstáculos são necessários contornar; as pranchas são pequenas e esguias e a competição exige ventos fortes.
- Speed Racing: uma corrida onde os atletas competem, à vez, num percurso estreito de 500 metros, percorrendo-o duas vezes distintas para se apurarem os melhores tempos de cada.
- Super X: uma fusão entre o Slalom e o Freestyle, os atletas não só têm de percorrer uma pista de obstáculos, como também têm de efectuar várias manobras específicas pelo caminho.
- Wavesailing: semelhante ao Freestyle, difere no facto das acrobacias serem executadas em cima das próprias ondas, sendo a técnica e a execução as principais características em jogo.



